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Depois de 40 dias de escolas fechadas, conversamos com as formadoras Elaine e Luciani (Secret. Educ.- SP) sobre as interações entre professores, crianças e famílias em tempos de isolamento e as marcas que ficarão deste processo.

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objetivos da educação infantil à distância scaled

Quais os objetivos de uma educação infantil à distância? Temos clareza de onde queremos chegar com ela?

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imagem Fb postagem tempos de pandemia scaled

Vivemos um tempo em que a escola já é parte da vida da criança pequena… e ela sabe disso! Mas a ocorrência do coronavírus impôs um afastamento… tristemente, professores e alunos tiveram que deixar de conviver. Por isso, órgãos do governo e sociedade cobram das escolas a invenção de um novo modo de ser, que se opõe a uma instituição que existe há séculos. Preparamos um roteiro para ajudar a refletir sobre a educação à distância para crianças pequenas e organizar estratégias para planejar atividades compatíveis com os diferentes contextos. Esta é uma oportunidade para refletir e se recriar?Sim. E a reinvenção passa necessariamente pela tecnologia. Então, perguntamos: Que tecnologia é essa que caminha tão distante do dia a dia das creches e pré-escolas?Que sala de creche e pré-escola conta com recursos de informática ou um simples computador conectado à internet?Em qual escola de educação infantil a criança vivencia experiências…

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Caixote de brinquedos

Nestes dias em que as crianças estão em casa, que tal repensar o velho caixote para torna-lo mais atraente e desafiador?

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O segundo livro do Tempo de Creche está à venda. Aprovado e reconhecido pelo MEC traz dezenas de práticas reais do cotidiano da Educação Infantil.

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O que a hora do parque representa para as crianças?
E para os professores?

Vamos começar pelos pequenos

O parque é um dos diversos espaços da escola que devem ser ocupados pelas crianças. Mas o parque é especial… talvez mais importante do que a própria sala!

Na área externa, de preferência grande, ensolarada e “decorada” pela natureza, as crianças desfrutam um ambiente arejado; amplo o suficiente para experimentar os grandes gestos do corpo; pesquisam e coletam galhos, pedras, plantas, bichinhos e outros tesouros; se juntam aos colegas e também encontram cantinhos secretos; colocam em ação incríveis enredos de faz de conta… enfim, vivem a infância no melhor cenário!
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Feliz 2018!
Feliz Educação Infantil!
Abrimos as postagens deste ano com uma conversa em torno da reportagem publicada nesta segunda feira (8/01/2018), pelo jornal O Estado de São Paulo: “Só o acesso à educação infantil não é suficiente”.
Participaram do bate-papo a psicóloga e orientadora educacional da Escola Criarte, SP, Joyce Eiko Fukuda; a pedagoga e formadora, Lucila Silva de Almeida, e as três autoras do Tempo de Creche, Angela Rizzi, Maria Helena Webster e eu, Joyce M. Rosset.

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A reportagem do jornal apresenta uma entrevista realizada com a Professora Dana McCoy, da Escola de Educação de Harvard, renomada universidade americana. Na entrevista a professora compartilha as conclusões de uma importante pesquisa que analisou 22 estudos científicos publicados entre 1960 e 2016, para responder à questão: a Educação Infantil faz diferença na qualidade de vida das crianças e dos futuros adultos?

A pesquisadora conclui que sim. E nós, participantes dessa conversa, também!

A resposta pode parecer óbvia para nós que diariamente dedicamos estudo, trabalho árduo e amor nas creches e escolas do país. Mas essa resposta também pode ser entendida como ponto de partida para que perguntas mais importantes sejam formuladas.

Dana McCoy ressalta que a qualidade da educação praticada é o ponto crucial dessa questão. Educação infantil de qualidade tem sim impacto na vida das pessoas e pode proporcionar experiências que ajudam crianças a construir recursos para lidar com contextos difíceis, a exemplo de “famílias com severos problemas de adversidade, como violência e pobreza”, apontado pela pesquisadora. Segundo ela, “nesses casos, uma educação infantil de qualidade pode ter um papel de proteção”.

Então quem é responsável pela educação infantil?


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Será que a primeira infância está se tornando um negócio para o mundo, antes mesmo de ser reconhecida como etapa fundamental da educação do ser humano?
Como a sociedade brasileira está lendo a Educação Infantil?
Na mesma semana tivemos uma entrevista com a prêmio Nobel, James Heckman, economista e agora estudioso dos impactos econômicos da educação infantil. A TV paga apresentou um programa dedicado aos negócios lucrativos voltados à primeira infância (Mundo SA, Globo News) .
O que pensar de tudo isso?

Captura de Tela 2017-09-24 às 17.02.07O programa de TV até apresentou produtos interessantes. Mostrou um fabricante de brinquedos para parquinhos, reconhecido pela ONU, que propõe inovações para desafiar as crianças a experimentar novos movimentos, equilíbrio e estratégias para interagir. Outro fabricante desenvolveu jogos que possibilitam adequações para atender crianças especiais.

Mas o que destoou foram os negócios dedicados à “educação” dos pequenos. Sim, educação entre aspas!

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Como a organização de atividades evita atropelos? Como mediar para oportunizar experiências e aprendizados e garantir a brincadeira?

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Que tal testar novos cantos de atividades e pensar sobre aqueles que devem permanecer na sala?

Antes de começar esta conversa, é importante dizer que a escola existe na vida dos pequenos para ampliar seus desafios e construir saberes. Por isso, canto permanente não quer dizer imutável! Cantos permanentes de atividades tem uma temática que se mantém, mas a partir da observação e do acompanhamento das brincadeiras, o professor pode introduzir novos materiais, alterar a arrumação e até dar um descanso no tema, se perceber que os interesses estão diferentes.

canto de carrinhos

É comum encontrarmos nas salas da Educação Infantil cantos de leitura, de casinha, de cozinha e até de carrinhos e fantasias. Com essas organizações de espaços e materiais, provocamos exploração, investigação e o faz de conta. Todas as propostas de brincadeira são importantes, mas os cantos permanentes provocam a escolha: com quais materiais quero brincar agora? Com quem quero brincar? O que posso inventar? É puro exercício de autonomia!

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