Reuniões, Paradas Pedagógicas, Encontros: tem jeito de ser agradável e produtivo? – PARTE 1
Alguns coordenadores e diretores têm pesadelo quando estes encontros se aproximam! Tudo é questão de preocupação porque, com uma rotina que não prevê e viabiliza reuniões frequentes entre a equipe pedagógica, aproveitar estes raros momentos traz uma obrigação de estimular boas discussões sobre todos os assuntos e ainda acertar o passo da equipe para o próximo período.
É muita pressão! Especialmente porque planejaremos e coordenaremos um encontro entre… pessoas! Pessoas que querem conversar, que querem saber, que querem discutir, argumentar, mostrar, prestar contas, apontar discordâncias, brincar, tomar café, falar sobre filhos, maridos, namorados, a compra no shopping … enfim, uma reunião normal de pessoas que convivem e que tem diante de si um dia mais tranquilo, sem as crianças e com perspectivas de também buscar conteúdos e acertos de rota.
Expectativas daqui e dali, o coordenador tem responsabilidade de pensar sobre os anseios de todas as partes, levantar as questões que precisam ser abordadas, planejar, organizar e conduzir os trabalhos desse dia. Como fazer TUDO isso, de forma acertada?
Que tal continuar com reflexões e seguir um roteiro para encaminhamentos?
Coordenador: Roteiro de ações e formação de educadores
A ação do coordenador da Educação Infantil encontra diferentes desafios no cotidiano da formação de educadores
As solicitações emergenciais capturam o profissional que está, na maior parte de seu tempo, “apagando incêndios”, como dizem alguns profissionais, socorrendo uns e outros. Fica, então, difícil de criar uma forma de ação que estruture e garanta a qualificação da equipe e do trabalho.
Estão sozinhos nessa jornada?
Qual a saída?
Como, então, se preparar para organizar os momentos específicos de atuação da coordenação na sua função particular?
Como acompanhar o trabalho desenvolvido?
É no grupo, acompanhado por um educador, onde, a partir de socializações de nossas reflexões, de nossos significados, entramos em contato com o pensar do outro, gestando o confronto e o conflito com este pensar. Pois sempre pensamos, refletimos, com e para o outro, a favor ou contra. Madalena Freire
Datas Comemorativas: muito além das festas!
DATAS COMEMORATIVAS: todo início do ano, na reunião de Planejamento e elaboração de Calendário, esse assunto é tema de debate.
Cada integrante da equipe pedagógica tem sua bagagem cultural e uma forma de ver essa questão:
Festa Junina é básico! Tem festa que pode captar recursos, tem oportunidade para realizar “apresentações” para as famílias e tem motivo de sobra para desenvolver projetos de decoração.
Ah, mas o Dia do Índio também é importante para trabalhar a cultura brasileira… e as crianças podem ficar tão lindas com cocares, pinturas no rosto e adereços!
E o Halloween? Tão difundido nos centros urbanos brasileiros! Rende tanta decoração, brincadeira de terror!
Os motivos para defender cada situação não faltam. Os educadores podem encher folhas de projetos com propostas interessantes.
Mas quem pensou essa questão do o ponto de vista da criança pequena?
O que significa para ela uma festa de bruxa que tem que ser comemorada no dia 31 de outubro?










