Gisa Picosque fala sobre a importância de fazer registros e sua arte
A arte-educadora Gisa Picosque valoriza o registro como recurso pedagógico porém defende a liberdade do formato. Quem conhece seus cadernos de registro reconhece neles uma conversa com a arte!
Para aprofundar o assunto, acesse o post Por quê fazer registro?
Tempo de Creche – Como introduzir a prática do registro na Educação Infantil?
Gisa – O registro, por ser um instrumento metodológico da vida pedagógica do professor(a), não pode ser olhado como uma obrigação ou exigência institucional. Cuidadosamente, um coordenador(a) pedagógico pode ajudar os professores ao exercício do registro, começando a problematizar algo ou alguma coisa do processo que acontece em sala de aula. Ou seja, problematizando o olhar do professor(a), a observação. Uma pergunta que possa gerar a observação do professor(a) e o registro dessa observação pode ser o começo desse exercício. É importante que a pergunta, o ponto a ser observado, não seja genérico; mas seja um foco específico. Não olhamos tudo de uma vez. Não registramos tudo o que acontece em sala de aula. Precisamos olhar diferentes aspectos em sala de aula: o grupo, o conteúdo, a atuação como professor… A escolha de um aspecto, contribui para que ocorra a observação e o registro reflexivo. Afinal, observar e registrar é o percurso para a reflexão sobre o fazer pedagógico e o fazer-se educador. O registro é uma investigação.
Tempo de Creche – Você tem sugestões de formato?
Livro Museu, Educação e Cultura: Encontro de Crianças e Professores com a Arte
Qual a relação entre museu, cultura, educação e criança pequena? Conheça a nossa sugestão de leitura para você chegar a uma conclusão.
Museu é lugar de criança pequena?
Museóloga do Museu da Vida de Curitiba Ariane Azambuja participou do I Seminário Bebês no Museu, realizado pelo Museu Lasar Segall e pela Casa das Rosas em agosto de 2014, em São Paulo. Ela transcreveu o conteúdo da interessante conferência de abertura, Museu e criança pequena – relação possível e desejada, ministrada por Maria Isabel Leite*.
A descoberta do vento – parte 2
Que tal estender a pesquisa do Vento, iniciada com as propostas do post A descoberta do vento – parte 1, para crianças a partir de 1 ano, e propor para os maiorzinhos (a partir de 2 anos) a confecção de uma cortina de canudinhos muito interessante?
A descoberta do vento – parte 1
Nesta época do ano, com o frio batendo nas janelas e nos pátios, o contato com a natureza tem que ser considerado e nunca deixado de lado! Criança precisa do ambiente externo e natural: foram feitos um para o outro!
O vento, tão presente nesta época, talvez seja tema de curiosidade e pesquisa das crianças. Se este for o caso da sua turma, ele pode puxar um planejamento com uma sequência de atividades que estimulará a investigação e as descobertas.
Mira Schendel na Pinacoteca SP
Tempo de Creche recomenda a exposição de Mira Scendel na Pinacoteca de São Paulo para as crianças
Angélica e Sandra falam sobre o fazer arte com a criança
Para a arte-educadora Angelica Arechavala e a pedagoga Sandra Cordeiro Marino, a arte passa pelo corpo da criança e o adulto promove o fazer arte por meio da preparação de espaços provocadores e convidativos.
Tempo de Creche – A seu ver, qual o enfoque do trabalho de artes com a criança?
Angélica e Sandra – As crianças, desde muito cedo podem fazer arte, mas quem define as ações das crianças com a arte é o olhar do adulto que a acompanha, pois, para a criança em si, tudo é movimento e pesquisa, tudo é brincadeira vivida através do corpo.
Aniversários na Educação Infantil
A comemoração dos aniversários na Educação Infantil e a construção da identidade
É lindo ver um bebê se esforçando em bater palminhas ao cantar Parabéns pra você! Você já viu?
Planejando o próximo ano…
No próximo mês entramos oficialmente no segundo semestre do período letivo. A aproximação do final do ano vem carregada com a ansiedade de pensar no planejamento da Educação Infantil para o próximo ano e as alterações a serem realizadas no Projeto Político Pedagógico da creche.
Quais temas? Comemorações? Ações com a família e a comunidade?
São inúmeras perguntas a serem respondidas pela coordenação e sua equipe.





