Renata Meirelles fala sobre tanque de areia e o tempo do brincar
A educadora, documentarista e pesquisadora da cultura infantil, Renata Meirelles, fala sobre a importância do tanque de areia e do tempo do brincar.
Pipoca com Pikler: cine debate
cine debate sobre a abordagem Pikler-Lecy, que fala de vários campos da educação, promove um olhar mais sensível sobre os pequeninos e destaca a importância de um ambiente que respeita suas potencialidades.
Sementes do Nosso Quintal – um filme lindo e um ótimo recurso para reuniões e paradas pedagógicas
Reuniões e encontros pedagógicos entre educadores são vitais para trocar experiências, buscar direcionamento no trabalho com a primeira infância, qualificar os processos, ampliar repertório e trazer aquela sensação de que não estamos sozinhos na jornada. O filme Sementes do Nosso Quintal é uma fonte de inspiração para esses momentos!
Os encontros entre professores podem contar com a informalidade, mas um roteiro ou uma pauta compartilhada com os participantes, organiza o tempo e evita que se passe momentos preciosos de discussão e reflexão falando das pequenas questões do dia a dia (as roupas nas mochilas, os atrasos, gripes e viroses entre outros problemas corriqueiros). Além de um roteiro com os principais assuntos e temas a serem abordados, o responsável pela organização da reunião deve incluir algo que inspire e que leve o pensamento a outras formas de olhar educação e infância. É como trazer novos ventos e horizontes para obrigar a equipe a desapertar o botão do piloto-automático. Alguns textos, distribuídos antes do encontro, podem levantar boas discussões e reflexões. Os vídeos também são recursos potentes para promover um mergulho em outros mares. O filme Sementes do Nosso Quintal, com direção e produção de Fernanda Heinz Figueiredo, é hoje uma referência nacional para sonhar e levantar assuntos sobre a educação na infância.
Mistura de cores: arte, ciência e diversão
Mistura de cores: arte, ciência e diversão, oficinas para educadores com a are-educadora Yara Carmona.
História: Carolina, monstros e um baile de máscaras
Tempo de Creche propõe uma divertida e interativa história de monstro que pode estimular atividades lúdicas e vivências artísticas para trabalhar o medo.
Crianças adoram histórias de monstros. Na verdade, adoram e temem ao mesmo tempo porque, até os 5 anos, muitos temores afloram de maneira intensa. O medo é parte da natureza humana e funciona como um alerta para perigos reais. O amadurecimento deste estado emocional começa na primeira infância. Os medos amigos são aqueles que nos enviam os sinais de perigo e os medos inimigos podem nos tolher e limitar ações. Ajudar a identificar os tipos de medo, auxilia no controle dessa emoção.
As histórias, as brincadeiras de faz de conta e o desenho são oportunidades para as crianças elaborarem sentimentos e emoções em situações seguras. Essas vivências favorecem o amadurecimento do controle emocional e lidar com os medos.
Um caminho para preparar reuniões e paradas pedagógicas
Alguns materiais como textos provocadores e vídeos com roteiros interessantes podem aquecer e estimular uma boa reunião pedagógica.
Recomendamos um vídeo gostoso de assistir e com conteúdos muito pertinentes:
Educação Infantil: Cuidar, Educar e Brincar
O vídeo traz depoimentos de diretoras, professoras e pesquisadoras da Educação Infantil.
Tempo de Creche destaca a articulação entre cuidado, aprendizagem, conteúdos e rotinas no sentido de desenvolver a criança, suas relações consigo, com o mundo e construir a autonomia.
História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil
Neste ano uma parceria de peso entre a UNESCO, o MEC e a Universidade Federal de São Carlos se formou para elaborar um livro especial para a Educação Infantil: História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil.
A publicação para download gratuito tem como objetivo inserir conteúdos que relacionem a história e a cultura da África e dos afro-brasileiros no currículo da educação básica.
O livro elege duas práticas culturais para realizar trabalhos pedagógicos que privilegiem a expressão africana e a realidade afro-brasileira: o Projeto Espaço Griô e o Projeto Capoeira. Ambos os projetos trabalham com o desenvolvimento humano muito presentes na educação infantil: a oralidade, a corporeidade, a musicalidade, o ritmo e a sociabilidade.
Letramento e Alfabetização: qual o caminho para a Educação Infantil?
Os resultados do IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – de 2013 foram publicados e apontaram para a estagnação das notas do ensino médio e leve aumento para o ensino fundamental. As notas, além de baixas, não atingiram as metas estipuladas pelo governo federal.
Segundo o Jornal o Estado de São Paulo, de 6/09/2014, para justificar o fracasso nos dois últimos ciclos da educação básica, o governo federal defende uma reforma do currículo para tornar a escola mais atraente para os jovens.
Historia: o Leão e o Ratinho
Esta é uma fábula clássica de Esopo que adaptamos para desenvolver a narração com a participação das crianças.
No enredo incluímos listas de animais, frutas e modos em que o ratinho suplica ao leão que salve sua vida.
No caso dos animais e frutas você pode trabalhar com a turma apresentando figuras para que eles identifiquem ou pedir que digam os animais e frutas que imaginam encontrar na floresta da história.
No momento em que o ratinho implora pela vida, você pode pedir para as crianças imitarem o ratinho.
Este tipo de atividade pode ser repetida diversas vezes porque as crianças sempre estão em momentos diferentes e você pode criar variantes para ampliar a experiência.
Boa aventura!




